segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Françoise Nielly

Esse dias eu estava vasculhando obras marcantes e me deparei com o trabalho da artista francesa Françoise Nielly. Francamente, adorei essas pinceladas fortes cheias de brilho, cor e contraste são inesquecíveis. É um tipo de obra que sou capaz de ficar observando por um tempo indeterminado, sem contar que elas são enormes! Ela nasceu no sul da França, vivendo entre Cannes e Saint-Tropez. Suas obras já foram expostas por toda a Europa pelos Estados Unidos pelo Canadá.
Vejam que lindos:



Espero que tenham gostado tanto quanto eu!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O Foco na Pessoa!

Com a explosão a todo instante de novas mídias, internet, revistas cada vez mais especificadas e redes sociais, as empresas precisam ampliar o seu foco. Agora é necessário focar no consumidor, acima de tudo como pessoa, saber seus hábitos e seus gostos. A dúvida é "quanto investir em cada meio", pois, não é tão importante focar no veículo, afinal, é preciso elaborar a campanha publicitária pensando em qual será a imagem que o consumidor terá da marca, qual a sensação. Com as mídias avançadas, sempre consumindo o tempo das pessoas, primeiramente, deve-se pensar na ideia e posteriormente, no lugar de divulgação da mensagem, com base em critérios técnicos, aumentando o poder da publicidade e a interação dela com o público, gerando assim, experiências sempre mais afetivas com sensações únicas e particulares daquele momento. Esse processo se chama Transmedia. Dessa forma, o conteúdo de todas as mensagens juntas, tem a mesma essência, porém, não são os mesmos, são complementares.

Podemos observar isso claramente com a história criada por Stephenie Meyer, na saga de Crepúsculo ou até mesmo a do bruxo mais famoso do mundo criado por JK Rowling, o inesquecível e querido Harry Potter. Crepúsculo não é apenas um livro que virou filme, assim como Potter também não é. Existem sites que informam os fãs sobre fatos além das páginas e das telas. Brinquedos e jogos eletrônicos aumentam as experiências com as personagens e atores, aumentando junto, as emoções, o fanatismo e a lealdade pelas histórias. Para os fãs dos bruxos de Hogwarts existem sites com games online e as informações sobre a vida das personagens e dos autores que ficam além da nossa imaginação. O mesmo ocorre com os vampiros de Forks. Tudo isso aumenta a experiência do público e o consumo de informações fica além dos territórios imaginários.

Post baseado no texto Comunicação Integrada, do livro "Onipresente comunicação: de onde viemos e para onde vamos" de Ricardo Cavallini. Editora Fina Flor, 2009.


Judith Supine

Judith Supine é um artista de rua típico de Nova York. O seu trabalho é incrível e basicamente faz recortes com imagens de revistas, amplia, pinta e cola pela cidade. Até os dezessete anos de idade, Judith não conseguia falar, apenas gritava mas não conseguia articular as palavras. Então, se comunicava com a família a base de desenhos e escrevia para que as pessoas pudessem entender o que queria dizer. Seu trabalho já foi exibido na Leonard Gallery em Londres, participou do show Spring Spring, e seu trabalho está sendo comentado por inúmeros críticos mundo a fora. Atualmente, vive no Brooklyn, e expõe sua arte pelas ruas de NY.

Aqui vão alguns de seus trabalhos!




Para ver mais fotos das exposições basta clicar aqui.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Semana da Comunicação - Parte II

Na semana passada tivemos na FAAP, como eu disse aqui no blog, a 32ª Semana de Comunicação. Dentre as palestras que eu assisti, a que mais gostei, foi a do "Programa Profissão Repórter", por isso postei sobre ela, logo após a realização.
Porém, gostei bastante da "Rápido, Barato e Sob Controle" com o Mauro Lima, diretor do filme "Meu Nome não é Johnny" que falava sobre filmes de baixo orçamento. Obviamente, esta, está totalmente voltada ao pessoal de Cinema e TV. Mas como gosto dessa área, optei por assisti-la. Eles falaram como o prazo as vezes pode ser corrido, as pesquisas que são feitas antes dos documentários podem durar anos, como foi o caso do filme dos Titãs, que tem inserido não só a carreira, mas os fãs e as histórias do dia a dia da banda desde o seu início até os dias de hoje. O fator influenciador principal, o baixo orçamento, as vezes pode trazer pequenos problemas, como se o cenário não estiver pronto, ou até mesmo pequenos desastres que acontecem na filmagem, como quebrar algum objeto por exemplo ou haver um dilúvio.
Mas se o diretor e o elenco, estiverem em harmonia com o roteiro, tudo pode dar certo e o filme ser um grande sucesso.

Mark Jenkins

Mark Jenkins é um artista de rua, que faz inúmeros tipos de criação. Eu particularmente, adoro esse tipo de trabalho, acho que já deu para perceber..
Usa-se diversos materiais, desde papel higienico, até mesmo um simples jornal. O artista utiliza as ruas como o palco de seu trabalho, expondo instalações que poucos se dão conta que aquilo é arte.





Espero que tenham gostado!
Para saber mais, é só clicar aqui.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A Imagem Sensível

Vemos imagens a todo instante, elas estão em todo lugar independente de qual seja a nossa relação inicial com elas. Ainda assim, muitas não tem impacto sobre nós. A teoria de Peirce de primeiridade, secundidade e terceiridade está sempre presente em nossa rotina, isso não podemos negar. A primeiridade ocorre ao termos contado com algum signo e remetermos a algum fato de nossa memória, para que haja identificação levando-nos automaticamente ao que pode ser definido como a secundidade. A representação da nossa interpretação inicial já pode então, ser tida como terceiridade. Para que haja maior interatividade entre a imagem e o observador, existe a hiperimagem que tem como objetivo atuar no campo da primeiridade. A hiperimagem é mais sensorial do que as imagens comuns que somos bombardeados a todo instante. Devido a existência de outros recursos, ela se difere da hipermídia pois não é uma imagem meramente ilustrativa.

Baseado no texto: A Imagem Sensível de Éric Eroi Messa. FACOM – nº 15 – 2º semestre de 2005.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Ford e a hipermídia

A tecnologia aumenta cada vez mais a possibilidade da publicidade ficar mais divertida e interativa. Um exemplo é a utilização do e-paper que é um papel que utiliza impressão eletronica de textos e imagens que podem ser apagados a qualquer momento sem a necessidade de um novo papel. Até que é simples: o papel é constituído de camadas transparentes e microesferas nas três cores básicas. A impressão funciona de modo análogo à impressão de fotocópias. Uma imagem "virtual elétrica" é formada em toners e, de acordo com a distribuição destas pelo toner, ocorre o giro e a recombinação das esferas no interior o e-paper, formando novas imagens. Atualmente, as marcas estão recorrendo a este modelo de publicidade pois afinal, por ser inovadora e incomum chama bastante atenção em comparação com os outros anúncios. A Ford já desenvolveu a sua campanha usando este modelo que pôde ser vista na revista Esquire. Espero que gostem!