quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mockerism & Urs Fischer

Mockerism é o nome do movimento artístico que brinca com a percepção do espectador. Aqui, vou falar hoje em especial do suíço Urs Fischer que promete ser a estrela da vez da temporada artística de New York!
O New Museum já teve diversas apresentações, desde a fábrica de chocolate de Paul McCarthy aos cavalos decepados de Maurizio Cattelan. Porém agora, as instalações foram modificadas pelo feitio de um só artista, que acaba de ganhar mostra solo em três andares do museu. Ficher tem 35 anos e suas obras fazem espécie de brincadeirinhas com a percepção do espectador. Massimiliano Gioni, curador da mostra disse para a Vogue que "vê no artista um dos nomes mais importantes dessa nova geração de artistas que lida com a experiência física no campo da arte, numa mistura inédita de pop com neobarroco".
As obras são um questionamento da percepção, criando um estranho sentimento de que as coisas estão derretendo, se decompondo, até seu desaparecimento total.

abC

Maguerite de Ponty

A famosa intervenção de Fischer, na galeria Gavin Brown em 2007

Noisette


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Apple Beatles

Hoje vi no Brainstorm#9 que a Apple vai lançar dia 9 de dezembro um drive-maçã USB dos Beatles com todas as músicas e alguns documentários da banda. O mimo custará 280 dólares e é a primeira vez que o catálogo da banda será em formato digital.

Ótimo presente para quem é fã da banda!!!

Marge Simpson


Em homenagem a um dos Cartoons mais famosos do mundo, a coelhinha da Playboy americana de novembro é a nossa queridíssima Marge Simpsons. Na revista pode-se conferir três páginas do ensaio sensual da mulher de Homer, mãe de 3 crianças, usando calcinhas e sutiãs super sensuais. Os Simpsons completa 20 anos de puro sucesso. É claro que dentro da revista pode-se conferir uma mulher de verdade! Ainda assim, nota 10 para Mergie, confiram algumas imagens:






quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Vertigem

Semana passada fui com algumas amigas a exposição de Osgemeos Vertigem na FAAP. Os artistas são Gustavo e Otávio Pandolfo, que nasceram em 1974 aqui em São Paulo. As obras refletem a fantasia misturada com realidade, porém diferente do que se parece, ocorre de forma bastante harmoniosa e cheia de criação no mundo fantástico.
Adorei os desenhos dos grafiteiros , em que a pele dos personagens são em tons amarelados. Pode-se identificar na hora quem são os artistas, pois as obras são muito particulares. A linha vermelha do contorno em contraste com o amarelo das peles enfatiza a sensação de volume, criando um efeito ilusionista. Ao entrar ali no museu, realmente me pareceu algo lúdico, cheio de cores, brilhos, contrastes e detalhes que eu seria capaz de passar horas só observando. Outra coisa muito interessante é que as obras não são feitas apenas com spray e sim complementadas muitas vezes por lantejoulas, brilhos, suportes, portas e janelas.
A exposição vertigem faz uma mistura entre as ideias cotidianas e o mundo abstrato, explorando nas instalações (pois não são apenas pinturas) os sentidos visuais, auditivos e táteis, afinal sabemos que a música é a porta de entrada para o mundo da imaginação e da interação individual e coletiva. Esse efeito na exposição, explora a viagem em torno de nós mesmos, da luz e da sombra existente dentro de cada um de nós.
Aqui vão algumas imagens não apenas de Vertigem mas algumas outras também!




Para quem gostou, aproveite os últimos dias, pois a exposição estará na FAAP até sexta feira 13/11!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Françoise Nielly

Esse dias eu estava vasculhando obras marcantes e me deparei com o trabalho da artista francesa Françoise Nielly. Francamente, adorei essas pinceladas fortes cheias de brilho, cor e contraste são inesquecíveis. É um tipo de obra que sou capaz de ficar observando por um tempo indeterminado, sem contar que elas são enormes! Ela nasceu no sul da França, vivendo entre Cannes e Saint-Tropez. Suas obras já foram expostas por toda a Europa pelos Estados Unidos pelo Canadá.
Vejam que lindos:



Espero que tenham gostado tanto quanto eu!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O Foco na Pessoa!

Com a explosão a todo instante de novas mídias, internet, revistas cada vez mais especificadas e redes sociais, as empresas precisam ampliar o seu foco. Agora é necessário focar no consumidor, acima de tudo como pessoa, saber seus hábitos e seus gostos. A dúvida é "quanto investir em cada meio", pois, não é tão importante focar no veículo, afinal, é preciso elaborar a campanha publicitária pensando em qual será a imagem que o consumidor terá da marca, qual a sensação. Com as mídias avançadas, sempre consumindo o tempo das pessoas, primeiramente, deve-se pensar na ideia e posteriormente, no lugar de divulgação da mensagem, com base em critérios técnicos, aumentando o poder da publicidade e a interação dela com o público, gerando assim, experiências sempre mais afetivas com sensações únicas e particulares daquele momento. Esse processo se chama Transmedia. Dessa forma, o conteúdo de todas as mensagens juntas, tem a mesma essência, porém, não são os mesmos, são complementares.

Podemos observar isso claramente com a história criada por Stephenie Meyer, na saga de Crepúsculo ou até mesmo a do bruxo mais famoso do mundo criado por JK Rowling, o inesquecível e querido Harry Potter. Crepúsculo não é apenas um livro que virou filme, assim como Potter também não é. Existem sites que informam os fãs sobre fatos além das páginas e das telas. Brinquedos e jogos eletrônicos aumentam as experiências com as personagens e atores, aumentando junto, as emoções, o fanatismo e a lealdade pelas histórias. Para os fãs dos bruxos de Hogwarts existem sites com games online e as informações sobre a vida das personagens e dos autores que ficam além da nossa imaginação. O mesmo ocorre com os vampiros de Forks. Tudo isso aumenta a experiência do público e o consumo de informações fica além dos territórios imaginários.

Post baseado no texto Comunicação Integrada, do livro "Onipresente comunicação: de onde viemos e para onde vamos" de Ricardo Cavallini. Editora Fina Flor, 2009.


Judith Supine

Judith Supine é um artista de rua típico de Nova York. O seu trabalho é incrível e basicamente faz recortes com imagens de revistas, amplia, pinta e cola pela cidade. Até os dezessete anos de idade, Judith não conseguia falar, apenas gritava mas não conseguia articular as palavras. Então, se comunicava com a família a base de desenhos e escrevia para que as pessoas pudessem entender o que queria dizer. Seu trabalho já foi exibido na Leonard Gallery em Londres, participou do show Spring Spring, e seu trabalho está sendo comentado por inúmeros críticos mundo a fora. Atualmente, vive no Brooklyn, e expõe sua arte pelas ruas de NY.

Aqui vão alguns de seus trabalhos!




Para ver mais fotos das exposições basta clicar aqui.